 Mais um RUTs (Rolé Urbano das Terças), reunião semanal da galera do MTB-BH pra rodar pela cidade. Mostrar que pedalar no trânsito é muito mais tranquilo que se imagina, e que BH não tem tanto morro quanto se imagina. Pra comemorar 1 semestre de existência, Humberto, um dos mentores da iniciativa, brindou os 35 participantes com um roteiro de quase 30km praticamente planos pela cidade. Hospitais, Praça da Estação, Centro, Barro Preto, Prado, Calafate, Gameleira, Nova Suissa, Jardim América, Betânia, Palmares Estes foram alguns bairros que nós percorremos. Pra fechar a noite o Didi, do Café do Sol, ofereceu um bambá de couve muito bom, e a galera brindou com cerveja!!! Mais informações no fórum do MTB-BH: www.mountainbikebh.com.br/forum Fotos
Visite: http://www.mountainbikebh.com.br/pedaldosilencio/ Pessoal, No próximo dia 21 de maio, quarta-feira, vai rolar uma manifestação ciclística mundial chamada Ride of Silence - traduzindo livremente, "Pedal do Silêncio" -, em memória de todos os ciclistas mortos ou feridos por veículos automotores em vias públicas. Além da homenagem, o pedal serve para chamar a atenção de todos para o fato de que os ciclistas têm direito de compartilhar as ruas com os meios de transporte motorizados. Nós também vamos aderir ao movimento, fazendo nosso Pedal do Silêncio, dando um rolé silencioso (ou tão silencioso quanto possível) pela cidade, durante cerca de trinta minutos. Em seguida, vamos subir a BR-040 até o Posto Chefão, fazendo um percurso que normalmente é usado por ciclistas em treinamento, mas que será feito em ritmo bastante moderado, de forma que qualquer um possa participar. É importante lembrar que diversos ciclistas já perderam a vida nessa rodovia, evidenciando a falta de consideração e segurança que é dispensada a eles, tanto pelo poder público quanto pela sociedade, que sempre priorizam o transporte motorizado nas vias públicas. Copiando um trecho do site do evento: Citação:The Ride Of Silence is a free ride that asks its cyclists to ride no faster than 12 mph and remain silent during the ride. There is no brochure, no sponsors, no registration fees and no t-shirt. The ride, which is held during Bike Safety month, aims to raise the awareness of motorists, police and city officials that cyclists have a legal right to the public roadways. The ride is also a chance to show respect for those who have been killed or injured. No nosso caso, estamos pedindo para que cada um que - use camiseta branca com uma tarja preta em um dos braços (pode ser qualquer pedaço de pano preto) - não ultrapasse a velocidade de 20 km/h - pedale o mais silenciosamente possível Pararemos alguns instantes na porta do Extra Belvedere, onde aqueles que não puderem pegar o pedal do começo estarão nos esperando, e subimos até o Chefão. Passamos pelo viaduto sob a BR e retornamos. Então, segue a ficha do passeio: Horário: 19h Local de encontro: Praça da Liberdade Segundo local de encontro, para os que não puderem acompanhar o passeio desde o começo: Extra Belvedere (a partir de 20h) Itinerário: Bias Fortes/Espírito Santo (dir)/Timbiras (dir)/Afonso Pena (dir)/Getúlio Vargas (dir)/Alagoas (dir)/Cristóvão Colombo (dir)/Contorno (esq)/Nossa Senhora do Carmo (dir)/BR-040. O retorno será feito descendo a BR, e indo até a Savassi. Favor: - Ir de camisa clara - Levar água - Levar um lanche leve - Levar backlight, se possível - Levar farol, se possível - Respeitar semáforos - Não andar na contra-mão - Permanecer em silêncio, salvo em emergências - Levar câmara reserva - Não colocar pedestres em risco - Usar luvas - Zelar pela própria segurança, como se estivesse pedalando sozinho Bora fazer um barulho silencioso pelo nosso direito às ruas? Site oficial do evento: http://www.rideofsilence.org/main.php Ride of Silence de Londres: http://www.rideofsilence.org.uk/
 Autor: Marcos , do Movimento 105' (www.movimento105.com)
 Para os amigos que aqui visitam, o meu "muito obrigado". Mais fotos, vídeos e coisas aleatórias vão surgir por aqui em 2008. Sucesso para todos nós!
Original em: http://www.martuse.com/mtbbh_2008_ok.jpg
Estou radicado na capital das Alterosas desde 3 de Maio de 1992. Minha presença nos mares de morros da cidade e do Estado debutaram esse ano. Aqui fiz o que uma crinaça de nove anos julgava muito didificl, comelar novas amizades, nova escola... tudo de novo. Muita coisa rolou. Amigos foram, vieram, ficaram, enraizaram, morreram, e estão sempre aparecendo na minha mente e nos encontros nessa capitar que parece um ovo. Todo mundo está num universo que não respeita uma tal Regra dos 6 graus. Todo belo horizontino, extendendo a denominação a todo morador da cidade, está a no máximo 2 pessoas de distância de outrem. Da Escola Estadual Caetano Azeredo, perdi o contato, mas sei de alguns bons amigos que posso contar. Do CEFET, onde cursei o Segundo Grau, mais amizades ficaram, numa sala cheia de boas pessoas, indeoendente dos contrastes. Uma Sala não, cursei também Informática Industrial, trabalhei com alguns colegas, e ainda nos encontramos por aí, mais nos e-mails que na vida real. Mas todo contato é válido com aqueles que se gostam. Depois veio a Teknisa, a turma do Pré-UFMG, onde sou membro fundador da AHMEM. O CEFET novamente, onde novas turmas na Engenharia e uma inserção "pioneira" no orkut começaram a me dar mais amigos e conhecidos e bons causos pra contar daqui para diante. De uma tal Solteiros BH veio a sair até a Equipe de Trekking a qual pertenço: os Orkutrekkeiros, aos trancos e Barrancos pelas trilhas de minas. Dessas incursões no tal site de relacionamento surgiram boas amizades, que foram enverdando, cortando caminho e abriram mais um grande leque na minha vida: as trilhas, as pedaladas, butecadas, o cicloativismo e toda uma vida no Mountain Bike BH. E a história segue, seguirá e novos causos surgirão. Que a memória aguente, para contá-los, recontá-los aos amigos e aos sobrinhos e netos que um dia virão. E o Aniversário de BH? Bom, ela me presenteou com tudo isso. Só posso desejar vida longa e mais melhorias pra ela! Imagens de BH no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=M2Rv2ygbwvA
Opa! Hoje fuji da aula do cursinho (é... sou um ex-futuro-engenheiro), pra prestigiar o grupo Chévere. Este grupo tem a participação de um grande amigo, Daniel Mariano, esse cabclo que eu conheço faz mais de 10 anos. Amanhã eles tocam de novo, no Café do Cine Belas Artes, projeto Música No Belas. Música no Belas com CHÉVERE - 27 e 28/09 Depois do sucesso das últimas apresentações no Projeto Música no Belas, Grupo Chévere é convidado para retornar com mais dois shows no Belas Artes. Os próximos serão no dias 27 e 28 de setembro, quinta e sexta-feira, a partir das 21:30h no Café do Cine Belas Artes. Será um show com um perfil mais intimista e aconchegante reunindo os melhores ritmos latino-americanos. O repertório passeia pela cultura musical de vários países da América Latina como Argentina, Bolívia, Cuba, entre outros. Dias: 27 e 28/09 - Quinta e sexta Horário: 21:30h Couvert:R$8,00(cessão de 1/2 entrada para qualquer cessão do cinema mediante o pagamento do couvert.)
O site deles : www.chevere.com.br Mais infos com o Daniel, no iogurte .
Sucesso!
Para divulgar a nossa pedalada que está indo para sua terceira edição criamos um hotsite com várias informações sobre o Dia Mundial Sem Carro e sobre o evento. Visite e se puder ajudar, divulgue. http://www.mountainbikebh.com.br/22setembro/É sempre bom lembrar de que uma bicicleta a mais na rua significa um carro a menos, isso ajuda também aos motoristas e usuários de transporte coletivo além de colaborar com a diminuição do ruido e poluição da cidade. Respeite o ciclista e use seu carro com moderação. Diga que você se importa: http://www.mountainbikebh.com.br/22setembro/vouaderirEsse formulário é simbólico, sequer tem valor estatístico, mas é importante a lista ficar bem cheia.
Data: 03/04/2007 Distância Pretendida: 69km (Pomerode - Indaial - Rodeio)Distância Percorrida: 105 (Pomerode - Vila Itoupava - Itoupava Central - BR470 - Entrada de Blumenau - Pomerode - Indaial - Ascurra - Rodeio)Média liquida: km/h Máxima: 62 km/h Pedal liquido: h Inicio: 10:30 Chegada: 20h Fotos do Dia: http://viniciusmz.multiply.com/photos/album/29====================================== Pomerode é uma cidade muito bela, com sua cultura alemã explicitada nas ruas e fachadas das casas. Estava terminando a primeira fase de um projeto de ciclovia, que pretende cobrir toda a cidade no seu sentido longitudinal. A cidade é diferente por seu traçado estreito no vale do Rio Testo. São 2 ou 3 avenidas principais, paralelas ao rio e algumas pequenas ruas perpendiculares, muitas sem saída. Há alguns bairros fora "do centro". Sites das cidades Pomerode: http://www.pomerode.sc.gov.br/http://turismo.pomerode.sc.gov.br/Indaial http://www.indaial.sc.gov.br
Rodeio http://www.rodeio.sc.gov.br
================================== O DiaDepois de uma belíssima 1a noite de cicloviagem, ao sabor da cozinha alemã, no Wunderwald, ali estávamos numa ensolarada manhã de Terça-feira Santa (sim, nossa cicloviagem aconteceu na semana Santa), quase prontos pra recomeçar a jornada. Eu começando a descobrir que carregar alguns kg a mais de bagagem no alforje não é uma boa coisa, mas pelo menos, serviria pra melhorar o preparo físico (Burro de carga Racing team). Qual não foi a nossa surpresa ao ver sair um casal cicloturista, da pousada onde estávamos? Luiz Flávio e Júnia, um casal musical e adivinha de onqelessão? De Belzonte uai. Vê se pode: mais de 1000km distantes de casa e vamos encontrar 2 mineiros cicloviajantes. Luiz Flávio portava além de seu alforje, cerca de uns 20 equipamentos eletrônicos: celular, camêra digital, mp3, filmadora, gps, baterias, carregadores, N cartões de memória, fitas... carregava mais equipo eletrônico que roupas no alforje. Júnia é a alegria em pessoa. Não pode ver uma subida (10m que seja) que já se posta de pé na bike e "soca a bota". A viagem em 3 passaria a ser de 5 pessoas. Mas isso só se concretizaria algumas dezenas de quilômetros depois. Como já estávamos "prontos" combinamos com o casal que saíriamos na frente, mas nos encontraríamos no caminho. Paramos numa padaria pra comprar um lanche. Lá havia um pão-hamburguer, devia ter quase 500g. Era um verdadeiro X-Tudo só que fechado, como um pão recheado. Esse pão faria A diferença horas mais tarde. Saímos pela rua principal da cidade, rumo ao Portal Turístico. Nesse trajeto passamos por onde seria nossa 1a referÊncia do dia, mas não sabíamos nem atentamos pra isso. Começamos a jornada no portal, mas no sentido OPOSTO ao correto. Andamos 2km, entramos numa estrada de terra e começamos a subir, como mandava a planilha. Tudo errado... fomos para numa localidade chamada Vila Itoupava, que faz parte da cidade de Blumenau. O calor escaldante nos fez parar na localidade (uma cidade zinha bem zimpática por sinal) e fazer um lanche numa padaria. Padarias... pra todas as cidades que passamos desde Curitiba, sempre as padarias me chamaram atenção. Não é um simples lugar pra comprar pão, mas um paraíso gastronômico. Pães, biscoitos e confeitos de todas as cores e sabores. Fomos descobrir um "atalho" pra tentar voltar ao bairro Wunderwald (Floresta Maravilhosa) e retomar a Planilha. Fomos orientados a voltar pelo asfalto, mas não sabíamos quanto pedalaríamos. Passamos numa estrada com uma singela sinalização  Eita.... Após isso, numa grande descida, botei a carreta desgovernada pra correr... 62km/h de máxima. Sempre pelo acostamento. Chegamos à BR de Acesso da região. Passamos parte do caminho feito de carro no dia anterior: entrada de Blumenau, engarrafamento da obra na estrada (dessa vez, de bicicleta, não havia quem nos parasse) e pegamos outra estrada de acesso a Pomerode. Já se marcava quase 50km no cateye e nem sabíamos em que ponto da planilha retornaríamos. Eu estava exausto. Não havia banana ou gel que desse jeito. Eu queria cortar uns vários km de estrada de terra que nos levariam a Idaial, por cerca de 30km de asfalto, coisa de gente cansada. Tudo pra evitar a fadiga de subir 5km (a última subida do dia). Nessa hora, São Humberto mais uma vez se fez agir. Trocou de bicicleta comigo.  Aikramba... mesmo assim custei a vencer a subida, onde finalmente reencontraríamos Júnia e Luiz, e deles não nos separamos até a 6a feira hehehe Essa troca me deu ânimo novo. Mais: uma descida gigante me fez melhorar demais a disposição. Chegamos a um distrito de Indaial, paramos numa venda e aquele X-Tudo se faria valer.  O Sandubão e essa Tubaína " Laranjinha da Serra", deram o gás para encarar os últimos 40km do dia, sendo que 33km eram de plano, sempre na margem direita do rio Itajaí-açu ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Itajaí-Açu). Chegamos a Indaial, onde após atravessar a Ponte dos Arcos, carimbamos nossos passaportes numa Bicicletaria, que não lembro o nome agora. Eram já umas 15:30, 16h. Apesar da "planitude" do caminho a seguir, já esperávamos pegar um trecho noturno. Seguimos rumo a Ascurra, por uma estrada de terra movimentada e empoeirada que fazia a ligação com a periferia de Indaial. Trecho chato duns 5km até a estrada passar a ser "nossa", pois não veríamos mais carros por uns 20km. O dia ia embora, passamos em uma ponte bacana
Ainda faltavam uns 20km pra terminar, tudo plano segundo as planilhas... Ali, bem perto, sobre uns morros, o céu começava a nos dar um sinal.... "Andem Logo". Relâmpagos e mais relâmpagos cortavam o céu em um belo espetáculo... com o cair da noite, uma chuvinha fina começou, mas nada que causasse frio, mas deu pra usar a capa de chuva hehe. Já com as lanternas ligadas, eu e Humberto até batemos uns peguinhas, mas tava dificil de acompanhá-lo... Chegamos a Ascurra, já com noite feita e uma chuva querendo ficar consistente. Atravessamos a ponte sobre o ItajaíAçu e pegamos novamente um asfalto, rumo a rodeio... Nem bem entramos num atalho de terra, para chegar à cidade, o céu desabou por nossas cabeças em sequências que beiravam o macabro ... Postes se apagavam com nossa passagem, a chuva com um vento turbionado, nos empurrava a quase 40km/h, sem pedalar, e encharcava os alforjes... Chegamos à Rodeio, sob um dilúvio, que foi sentido em todo o estado de SC.Não havia viv'alma na rua, quando achamos um casarão antigo, com uma placa: Hotel Vila Paradiso. Que Beleza, Chegamos! Ops... Havia uma seta "para lá"... Seguimos e fomos guiados por outras placas, num breu total, por ruas dos arredores da cidade, sem luz e sem saber quanto faltava para o Hotel. Chegamos, por volta das 20h, totalmente ensopados... bicicletas imundas de areia e alforjes muito molhados. As roupas secas nos sacos plásticos tiveram melhor sorte que boa parte dos nosso guias de viagem, que precisaram de trabalhos minucioso de separação de páginas para não serem completamente perdidos.... O jantar seria a recompensa por tantas idas e vindas e pelo temporal do fim da Tarde... sobre o rodízio de Trutas (Link em Breve) só há a dizer: fabuloso!
 Data: 02/04/2007 Distância: 51km Média liquida: 15.1 km/h Máxima: 58km/h Pedal liquido: 3:42h Inicio: 15h e bordoada Chegada: +_ 19:40 Fotos do Dia: http://viniciusmz.multiply.com/photos/album/28====================== Eis que começa a cereja do bolo das minhas férias.... A minha primeira cicloviagem. De cara, uma viagem semi-autônoma, carregando apenas bagagem comum e dormindo nas pousadas já agendadas pelo Humberto e Augusto. Meus companheiros de viagem: Humberto Guerra Fernandes, 39 anos. Uma das cabeças mais ativas do grupo ciclístico que participo, o Mountain Bike BH. Augusto Moura Machado, 33 anos. Belo Horizontino, radicado em Balneário Camboríú, percorre seus caminhos numa bicicleta reclinada, que por si só já é uma atração e tanto para qualquer percurso. Ambos são pessoas com quem gostei muito de conviver mais um pouco, além do universo cibernético. Muito cultos, e nem por isso com menos vontade de aprender, poços sem fundo de novos conhecimentos em tudo quanto é área. Aprendi muito com eles e mais uma vez agradeço por terem deixado o Rôia aqui participar da empreitada. =========================== Circuito do Valeu Europeu de Cicloturismo: http://www.circuitovaleeuropeu.com.br/ =========================== O Dia: Tudo começa (já disse isso... ) com a saída de Balneário Camboriú, em plena segunda feira, para a nossa Cicloviagem. Três homens, três bicicletas e um Uno Mille. O Transbike suportava dois bicis, e o Humberto acabou, generosamente (minhas pernas agradecem), se sujeitando às agruras de viajar por 2horas com um malabike sobre si. Depois de Algumas dezenas de km, um engarrafamento de 1h, próximos a Blumenau, chegamos a Timbó! Pequeno detalhe: isso deveria se dar no máximo ao meio dia... Eram já mais de 14h. Desânimo com o atraso? Nada! Bora pra estrada! Já passava das 15h. Deixamos o carro no Hotel Timbó Park, e partimos. Humberto estava bem "estressado" pois além do nosso planejamento já estar atrasado, caso anoitecesse ele só possuía uma lanterna de cabeça, enquanto eu e Augusto tínhamos farol. Lembramos de uma coisa importante: almoço, não havíamos feito ainda. Como já era tarde, uma padaria foi a salvação. Pandu enganando, partimos enfim. Os caminhos eram ornados com imensos arrozais brilhando seus tons de amarelo e verde ao sol da tarde. A planilha indicava ascensões, sendo uma de 1,5km indicada como muito difícil. Pedalar com alforjes é algo muito diferente. Não dá pra "socar a bota" como rotina. Há que se aprender como aliar força, inércia e equipamento para a viagem. Afinal, são alguns dias de pedal. Passamos por várias localidades bucólicas, como Rio Ada e suas casas de madeira. Em Rio dos Cedros, kms antes, cunhamos a expressão "SalvaBunda". SalvaBunda: Passeios contínuos, ou ainda caminhos adjacentes ao curso da via cuja superfície não é de asfalto ou terra batida, mas de paralelepípedos... Como é chato pedalar no calçamento. Aquela tre-tre-tremedeira cansa bastante. Depois de Rio Ada, terminávamos nosso primeiro de muitos vales e enfrentaríamos A subida do dia, que, não era nada demais caso estivéssemos em uma trilha normal. Mas, como Rôia de 1a cicloviagem, senti dificuldade em puxar o peso morro acima. Nada que a marcha mais leve e 1 parada no meio do morro não resolvessem. Sem perceber, já havíamos feito cerca de metade do dia, uns 20 e tantos kms e nem estávamos cansados demais. O "lado de lá" do morro era a recompensa pela subida. Várias descidas em estrada de terra batida testavam nossos freios e nossa sanidade... Uma dessas descidas, com cerca de 1 a 2km, e com o chão mais encascalhado aconteceu a loucura do dia: 58km/h montado numa bicicleta que mais parecia uma carreta desgovernada... Pronto. Estávamos nos arrabaldes de Pomerode (Augusto e seu vocabulário...), pedalando entre as casas de Estilo Enxaimel, trazida pela colonização alemã. Augusto bateu várias fotos, depois repasso pra cá. Como já estávamos bem próximo à cidade, e fatalmente a noite cairia, paramos em frente a um cemitério para instalarmos nossos faróis. Interessante... como viria ver vários pelo caminho: os cemitérios seguiam uma disposição de suas lápides, orientadas pelo nascer/pôr do sol. A escrita voltada para o amanhecer. Os poucos ornamentos, como anjos e estátuas devem ser característicos das religiões protestantes da população. Como sou aficionado por visitar cemitérios das cidades aonde chego, já estava adorando o meu inicio de viagem... Já em Pomerode, depois de utilizar extensos Salvabundas, encontramos o caminho para a pousada Max, através da nova ciclovia da Cidade. Pomerode é intitulada a mais alemã das cidades brasileiras, e a arquitetura, nomes das ruas e bairros, além do próprio povo denotam isso. Nossa 1a noite viria a iniciar uma escala de fabulosos jantares, recompensas dos dias de pedal. Comemos no restaurante Wunderwald, onde tivemos uma aula de história germânico-brasileira, pela simpática Odete. O prato típico Fritz, Frida e Cia [Marreco recheado, guarnecido com 2 bockwurst cozidas branca e vermelha, mostarda, raiz forte, repolho roxo com passas, chucrute, purê de maçã, nhoque de batata doce, aipim frito e arroz] serviu-nos os três, tornando a pedalada de volta pra pousada uma tarefa considerável (risos). Aproveitamos pra dar um rolé na cidade vazia e deserta. O dia seguinte seria intenso...
 Opa! Bom... por onde começo... bem... er... hã... Tudo começa próximo ao Carnaval de 2007. Eu tiraria férias emendando a folia de Momo na Bahia, mas um passarinho verde veio me contar sobre uma tal empreitada ciclistica no Sul do pais... Fiquei sabendo que o Humberto Guerra e o Augusto Machado, planejavam um cicloviagem pelo Circuito do Vale Europeu, em Santa Catarina. Resolvi, na base do óleo de Sucupira, pedir aos dois para me infiltrar em sua empreitada. E-mail vai, e-mails vem, e fui aceito na aventura! Acertei minhas férias (30/03/07 a 11/04/07) e começavam ali meus preparativos. Consegui, com o Tyrone Menezes, o empréstimo de seus alforjes e bagageiro da bicicleta, enquanto com Tatuí (meu conterrolhâneo, tô caçando uma fotoà sua altura) o salvador da Pátria Malabike, para acomodar a Bárbara em sua jornada rumo ao sul do Brasil. * Bárbara??? Sim, minha magrela tem nome, depois conto a historinha.
Chega o Mês de Março e vou preparando as coisas, voltando do Carnaval, comprei as passagens aéreas para Curitiba, pesquisei passagens de volta, mas estavam muito caras... Deixei pra voltar de ônibus...
Curitiba? Mas o Circuito não é em Santa Catarina rapá?? É sim, mas... Surgiu a oportunidade de aumentar os desafios da viagem, com a participação no Audax, brevet de 200km no dia 31/03. Cheguei a Curitiba no dia 30/03, horas antes do caos completo que assolou os aeroportos brasileiros. Nunca havia andado de avião, e achei a experiência bacana, embora os aviões da TAM sejam como caixas de fósforo. Ainda bem que os vôos (BH - SP - CWB) foram rápidos. Muito legal ver as cidades passando lááá embaixo, a cada curva ou passagem de nuvem, vê-se uma lagoa, uma forma geométrica nas plantações...
Em Curitba, conheci pouco da Cidade, pois o tempo estava apertado. Quero voltar lá outras vezes, pois a 1a impressão foi mais que válida.
Curitiba é uma cidade plana, limpa, ruas e passeios largos, com muitos parques e principalmente: muita bicicleta na rua. Vale a pena voltar para conhecê-la por completo.
No sábado, dia 31/03, sim!, a pauleira começaria, o desafio de percorrer 200km em menos de 13:30h!! Mas sobre esse desafio, eu já escrevi aqui, comentei os resultados aqui, e coloquei fotos aqui.
Aguardem o próximo post, com o 1o dia da Cicloviagem pelo Vale Europeu Catarinense. Já há fotos aleatórias da viagem, aqui mesmo no multiply
Té+ aikramba!
Opa!
Tem muito site bacana por aí sobre as eleições, seguem alguns exemplos....
 www.narizdepalhaço.com.br www.rirpranaochorar.com.br www.excelencias.org.br (relatórios completos sobre todos os candidatos a deputados) >http://nalage.blogspot.com/2006/09/banho-de-gato-na-sujeira-brasileira.html"> Voto consciente galera! Pra quem acha que o PSDB/PFL são os arautos da Ética, Moral e bons costumes, pesquisem bem viu?
Opa!
Esse fds foi dukramba!
Sábado:
14:30 - 20:30 >> estudando Cálculo III {argh}
22:30 - 03:00 >> Aniversário da Vanessa {eeeeee} parabéns!!! e melhora logo esse pé!
Domingo:
5:50 - 5:52 >> tempo entre acordar e pegar a minha carona pra congonhas, depois que eu perdi a hora
06:30 - 7:00 >> "10min" entre Contagem e o posto chefão hehehehehe
09:44 - 14:45:37 >> Etapa de Congonhas do Minas Trekking
2006!!! Vanessa e Renata fizeram falta... Compensamos com um excelente
e histórico 19o lugar que poderia rter sido um 6o! quase um milagre
hehehe
Viva ORKUTREKKEIROS!!!!
15:15 - 15:35 >> Banho de cachoeira salvador!
16:xx - 18:00 >> Turismo com miha ma~e, o Ayrton e o
Adriano no centro histórico de Congonhas... Bonito demais, as obras de
aleijadinho são mesmo espetaculares... Fugimos de lá embaixo d echuva
hehe
19:00 chgeui em casa morto d efome e encomendei um mega macarraõ....
22:00 fui dormir pra encarar a prova de cálculo hoje... mas vamo falar d ecoisa ruim não hehehehe
Abraços a Todos!
AIKRAMBA!!!
   
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